JOGO DO BISCOITO

– A gente pega uma dessas bolachas  aí e coloca na mesa. Tem que gozar em cima dela, entenderam? O último que gozar come.
– Trakinas sabor porra!
– Recheio especial. E aí, topam?

O Marcos sempre tinha essas ideias de merda, sempre mesmo. Quando eu tinha cinco anos ele me convenceu a colocar o pau naquele buraco que suga a agua da piscina. Velho, que dor mais fodida. Eu devo ser o único cara do mundo que foi circuncidado por ter machucado o peru no sugador. Ta certo que ter escondido o machucado da minha mãe durante uma semana contribuiu pra isso, mas essa é outra história. Só sei que eu olhei pros caras e quando vi todos já estavam em volta da mesa berrando para eu pegar a bolacha. Tirei uma trakinas do pacote e botei na mesa. O Marcos abriu ela ao meio daquele jeito que a gente faz quando é criança e quer comer o recheio antes.

– Vamos criar uma multa pra quem perder.
– Como assim?
– Uma multa, velho. Pro cara não desistir de papar.

Então o Marcos sugeriu que o perdedor desse a bunda para o grupo e todo mundo achou genial. Se o Marcos sugerisse que todo mundo comesse merda eles iam continuar achando genial. As vezes eu achava que era o único com cérebro. Só sei que depois de concordar com a multa os caras não falavam mais nada, acho que ninguém queria tirar a benga para fora primeiro. Eu tava mole e ficava pensando se os caras tavam assim também.

Olhei pro Marcos e o filho da puta tava abrindo o zíper bem devagarinho, parecia propaganda de cueca da Men’s Health com a exceção de que nenhum cara de propaganda ia ter aqueles dentes amarelos. Aí ele meteu a mão e puxou uma cabeçona roxa para fora da cueca. Brother, eu nunca tinha visto um negócio daqueles. Não que eu tenha visto muitos paus na vida mas o cara da aquela olhadinha no mictório as vezes, né. Aí eu comecei a pensar que uma cabeça daquelas devia fazer uma massagem gostosa dentro das  mulheres e que era por isso que todas elas ficavam com o Marcos, elas nem deviam se importar com aqueles dentes porque sabiam que dentro da calça dele tinha um cacete cabeçudo que mal ia conseguir entrar na boceta delas, elas deviam contar umas para as outras sobre o cacetão e por isso esse filho de uma égua sempre tava comendo alguém.

Parei de pensar nisso e quando eu vi ele tava tocando uma punheta bem de leve com a rola toda pra fora da calça, deu pra ver que a cabeça já estava babando aquela aguinha e eu lá, com a braguilha fechada ainda. Aí ele falou “qual das bonecas vai mamar primeiro?” e sei lá, da uma vergonha admitir isso mas eu fiquei de pau duro, eu nunca tinha pensado em mamar uma rola antes mas fiquei imaginando como devia ser para uma mulher encher a boca com aquele caralho, fiquei pensando que se fosse uma mulher ia ficar dando lambidinhas na baba do pau enquanto mamo no ganso. Puxei meu zíper e olhei os outros caras fazerem a mesma coisa, puxei minha benga para fora e comecei a tocar meio tímido, os outros também estavam todos assim até o Marcos começar a acelerar na punheta e dar uns grunhidos, logo em seguida ele se debruçou na mesa e todo mundo viu aquele cacete esporrar bem em cima da bolacha, aquela porra  grossa nunca parava de sair, o cara tava gozando fazia uma eternidade e aí todo mundo começou a mandar ver na bronha, mal dava pra ver a benga do Roger de tão rápido que ele mexia a mão. Não deu um segundo e ele direcionou o pau pra bolacha e gozou uma aguinha transparente por cima daquele chantilly do Marcos. Que momento humilhante. Acho que o Roger achou também porque logo depois de gozar ficou olhando pra baixo ao invés de olhar pros caras que ainda não tinham gozado.

 O Marcos não guardou a piroca depois da gozada e ficou com ela de fora balançando, até mole a cabeça era enorme. Faltava eu, o alemão e o Japa e eu já tava querendo gozar, a cada olhadinha que eu dava para aquela jeba molenga eu ficava com vontade de ir lá e roçar o meu caralho duro nele, ia gozar na cabeça dele, os nossos paus todos gosmentos iam ficar se esfregando até ele ficar duro e soltar toda porra.

Nessas o Japa gozou e ficou entre e eu o Alemão. Os caras só olhavam pra mim e pra ele. Só sei que ver o Marcos olhando pro meu caralho começou a me dar um troço. Na real eu tava orgulhoso dele estar me vendo assim, com o cacete latejando. Tenho umas veias do lado do pau que ficam enormes quando eu to pra gozar e elas estavam bem assim, eu ficava inclinando o caralho pro lado para ele ver melhor as veias, aí nessa de inclinar comecei a pensar que comendo aquela trakinas eu ia provar o leitinho do Marcos, tudo bem que ia ser misturado com a porra nojenta dos caras, mas mesmo assim ia sentir aquela porra grossa na boca e com certeza ia diferenciar ela das outras, comecei a punhetar cada vez mais devagar, o Alemão tava desesperado olhando para a bolacha e isso só fazia ele demorar mais para gozar, o cara parecia desesperado de verdade e as bochechas dele começaram a ficar vermelhas, todo mundo começou a rir dele menos eu, eu tava me segurando…

Então o Alemão gozou.

Todo mundo olhou pra mim. Forcei uma cara de nojo.

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